Assessoria de imprensa em Brasília
Uma portaria publicada de manhã no Diário Oficial pode ser manchete no fim da tarde. Associações, entidades de classe e empresas afetadas por decisões da capital precisam estar nessa matéria com dado, argumento e um porta-voz preparado.
Onde a pauta política e econômica é decidida
Brasília reúne o Congresso, os ministérios, as agências reguladoras e os tribunais superiores. Os grandes veículos do país mantêm repórteres fixos na cidade, atrás de quem explique o efeito de uma votação ou de uma regra nova.
A imprensa da capital também pesa. O Correio Braziliense é o jornal tradicional do Distrito Federal, o Metrópoles nasceu na internet e ganhou leitores no país todo, e o Poder360 se dedica à cobertura do poder. Eles aparecem aqui para mostrar o terreno: a Mclair não tem acordo com nenhum desses veículos e não promete publicação. Quem decide é o editor.
Esse repórter recebe, todo dia, notas de partidos, órgãos públicos, sindicatos e empresas. A sua só passa do assunto do e-mail se trouxer um número inédito, um caso concreto ou uma fonte nova.
Uma associação fala por um setor inteiro
Uma entidade de classe não vende produto. Ela defende uma posição, e a imprensa dá peso a essa posição diante do governo, do Congresso e do associado. A pauta precisa representar o setor sem soar como propaganda de uma empresa.
A Mclair conhece esse formato. Para o programa Brazil Machinery Solutions, parceria da ABIMAQ, a associação da indústria de máquinas e equipamentos, com a ApexBrasil, a agência produziu 122 textos para a imprensa em vários idiomas, cobriu feiras do setor e desenvolveu 14 manuais de comunicação e boas práticas. Foram mais de 2 mil inserções na mídia, 1.734 delas na imprensa internacional. Veja o case completo.

O que entra na assessoria de uma entidade
- Nota de posição no dia da medida. Saiu a portaria, a votação ou a consulta pública. O repórter quer a opinião do setor antes do fim da tarde, e quem responde primeiro, com número, costuma ser citado.
- Dado próprio que vira pauta. Pesquisa com associados, emprego, exportação. É o material que a redação não tem e que faz da entidade uma fonte fixa.
- Artigo assinado pelo presidente. Um texto de opinião bem argumentado leva a posição do setor para a página de debate, onde quem decide em Brasília também lê.
Porta-voz treinado para a pergunta incômoda
Na capital, a entrevista raramente é marcada com folga. Ela acontece por telefone, com o repórter a vinte minutos do fechamento, ou ao vivo num canal de notícias. Quem fala por uma entidade precisa saber o número do setor de cor, a posição oficial em uma frase e o que não vai comentar.
O media training da Mclair simula essas situações. O porta-voz enfrenta as perguntas mais duras do tema e aprende a voltar à sua mensagem quando o entrevistador puxa a conversa para outro lado.
Quando a notícia é contra você
Em Brasília, uma crise de reputação raramente fica só no jornal. Ela vira assunto de gabinete, pedido de explicação de órgão regulador ou discurso na tribuna. A resposta precisa ser rápida, igual na boca de todos os porta-vozes e verdadeira.
Kelly Pinheiro, jornalista desde 2004 e fundadora da Mclair, atuou em gerenciamento de crise para instituições governamentais e empresas nacionais e multinacionais antes de abrir a agência. Na Mclair, conduziu a comunicação da aquisição da Emergee pelo Itaú, como mostra o case de Alexandre Magno. Veja como funciona a gestão de crise.
Atendimento ao DF a partir de São Paulo
A Mclair não tem escritório em Brasília. A equipe de jornalistas trabalha de São Paulo, e a rotina com clientes do Distrito Federal corre por vídeo, telefone e WhatsApp. Quando o trabalho pede um encontro presencial, como o treino de um porta-voz antes de uma entrevista grande, ele pode ser combinado.
Para entender o serviço por inteiro, veja a página de assessoria de imprensa. Para saber como o mercado cobra, leia quanto custa assessoria de imprensa. A Mclair também tem páginas para São Paulo e Porto Alegre.
Conte o que a sua entidade quer dizer
O formulário manda os seus dados por e-mail para a Kelly Pinheiro e abre o WhatsApp da Mclair com a mensagem pronta. Se preferir, fale direto pelo WhatsApp.
Dúvidas de quem precisa de assessoria no DF
Quanto custa uma assessoria de imprensa em Brasília?
O preço sai do tamanho do trabalho: quantos porta-vozes, com que frequência há posição a defender, se o alvo é a imprensa do DF ou a nacional, e se entram media training e plano de crise. A proposta vem depois de uma conversa de diagnóstico.
A Mclair tem escritório em Brasília?
Não. A equipe trabalha de São Paulo e atende o Distrito Federal de forma remota, por vídeo, telefone e WhatsApp. Quando o trabalho pede um encontro presencial, como o treino de um porta-voz antes de uma entrevista grande, ele pode ser combinado.
Vocês trabalham com associações e entidades de classe?
Sim. Um exemplo é o programa Brazil Machinery Solutions, da ABIMAQ com a ApexBrasil, em que a Mclair produziu textos em vários idiomas, cobriu feiras do setor e escreveu manuais de comunicação. Foram mais de 2 mil inserções na mídia.
Vocês garantem matéria no Correio Braziliense, no Metrópoles ou no Poder360?
Não. A Mclair não tem acordo com esses veículos e não vende espaço em nenhum deles. Quem decide o que sai é o editor. A assessoria leva ao repórter do assunto um fato novo, um dado conferido e uma fonte disponível na hora do fechamento.
Como preparar o presidente de uma entidade para falar com a imprensa?
Com media training: entrevista simulada, as perguntas mais duras sobre o tema e duas ou três mensagens que ele precisa dizer em poucos segundos, por telefone ou ao vivo.
O que fazer quando a entidade vira alvo de notícia negativa?
Não responder no impulso. Primeiro, reunir os fatos, escolher um único porta-voz e preparar uma nota curta com o que se sabe e o que está sendo feito. Depois, atender os repórteres dentro do prazo deles.
Faz diferença a assessoria não ser de Brasília?
O repórter avalia a pauta e a fonte, não o endereço de quem envia. A Mclair monta a lista de jornalistas de cada assunto, com repórteres da capital quando a pauta pede e veículos nacionais de política e economia.
A sua entidade tem uma posição para levar à imprensa?
Diga qual é o tema e quem fala pelo setor. Na primeira conversa, a Mclair avalia o que tem valor de notícia em Brasília e no resto do país.

