Assessor de imprensa para sua empresa: jornalista que conhece as redações
Você precisa de alguém que escreva como jornalista, saiba para qual repórter ligar e cuide da imprensa da sua empresa sem que você tenha de explicar tudo duas vezes. Esta página ajuda a decidir entre um freelancer e uma agência, e mostra como a Mclair trabalha.
Esta página é para empresas e profissionais que querem contratar um assessor de imprensa. Se você procura vaga na área, ela não é o lugar certo.
O que um assessor de imprensa faz pela sua empresa
Imagine que a sua empresa acabou de fechar uma parceria importante. Você sabe que aquilo é notícia, mas não sabe para quem contar, nem como. O assessor de imprensa é quem resolve essa distância. O trabalho dele, no dia a dia, tem cinco partes:
- Encontrar a notícia
- Ler o seu negócio com olho de repórter: o lançamento, o dado que só a sua empresa tem, a opinião do seu especialista sobre o assunto do dia.
- Escrever no formato da redação
- Release, sugestão de pauta, artigo assinado. O jornalista percebe na primeira linha quem conhece o formato.
- Levar ao jornalista certo
- Saber quem cobre o quê em cada veículo, e quando cada editoria fecha, decide se o e-mail é aberto.
- Preparar quem vai falar
- Antes da entrevista, o porta-voz recebe o briefing: quem é o repórter e qual o foco da matéria. Quem nunca falou com a imprensa passa antes pelo media training.
- Mostrar o que saiu
- Cada matéria publicada vai para o clipping, com veículo, data e link, e entra no relatório do mês.
Freelancer ou agência: o que cada um entrega
As duas escolhas funcionam, para situações diferentes. A pergunta certa é quanto trabalho de imprensa a sua empresa vai gerar e o que acontece se esse trabalho parar por algumas semanas.
Quando o freelancer faz sentido
Um jornalista freelancer bom costuma custar menos por mês e falar direto com você, sem intermediário. Ele é uma boa escolha quando a demanda é pequena e previsível: um release por mês, um evento local, um lançamento com data marcada.
O limite está no tamanho de uma pessoa só. Se ele adoece, tira férias ou pega um cliente maior, a sua pauta espera. E numa crise, quando a imprensa liga ao mesmo tempo que as redes pegam fogo, uma pessoa sozinha precisa escolher o que atender primeiro.
Quando a agência faz sentido
A agência divide a sua conta entre jornalistas. O relacionamento com as redações não depende de uma agenda só, e alguém responde ao repórter mesmo quando o responsável principal está em outra reunião.
Ela faz mais diferença quando a empresa quer presença constante na imprensa nacional, tem mais de um porta-voz, atua num setor sujeito a crise de imagem ou precisa de serviços que andam junto, como media training para quem vai dar entrevista. O custo mensal é maior, e vale comparar o que entra no escopo de cada proposta.
O que perguntar aos dois
- Matérias publicadas, com link. Veículo, data e endereço. Número de alcance sem a matéria por trás não prova nada.
- Quem cuida da conta no dia a dia. Na agência, quem atende você e quem escreve. No freelancer, quanto tempo ele terá para a sua empresa.
- O que acontece nas ausências. Férias, doença, um pico de trabalho em outro cliente.
Desconfie de qualquer um dos dois que garanta matéria num veículo escolhido por você. Quem decide o que sai é o editor. Para entender como cada formato cobra, veja quanto custa assessoria de imprensa.
Na Mclair, quem conduz a sua conta é jornalista
A Mclair é uma agência, mas foi fundada por uma jornalista e trabalha com a cabeça de redação. Kelly Pinheiro é jornalista desde 2004, foi colunista da Exame por dois anos e meio e, antes de abrir a agência em 2017, atuou em comunicação corporativa e gerenciamento de crise para instituições governamentais e empresas nacionais e multinacionais.
Ela define a estratégia de cada cliente e acompanha a relação com ele. A rotina da conta fica com uma equipe de jornalistas, que escreve as pautas, conversa com as redações e prepara os porta-vozes.
Foi esse trabalho que levou os leilões da Fidalgo à Folha de S.Paulo e o especialista em dados Diego Nogare a duas matérias seguidas na home da CNN Brasil. Desde 2017, são mais de 11.600 inserções na mídia para mais de 200 clientes.
Conheça a trajetória de Kelly Pinheiro ou veja tudo o que entra no serviço de assessoria de imprensa.

Conte o que a sua empresa quer levar à imprensa
Não precisa ter tudo definido. A primeira conversa serve para entender o que a sua empresa tem de notícia e qual formato de trabalho faz sentido, e não tem compromisso.
Quando você enviar, a mensagem chega à Kelly Pinheiro por e-mail e o WhatsApp da Mclair abre com o texto pronto.
Perguntas de quem vai contratar um assessor
O que faz um assessor de imprensa?
Ele encontra o que é notícia dentro da sua empresa, transforma isso em pauta, release ou artigo e leva ao jornalista que cobre o assunto. Depois acompanha a redação, prepara quem vai dar entrevista e reúne no clipping o que saiu.
Qual a função do assessor de imprensa?
Fazer a ponte entre a empresa e a imprensa. Para a empresa, ele traduz o negócio em fatos que interessam ao leitor de um veículo. Para o jornalista, ele é uma fonte confiável, que responde rápido, entrega dado correto e indica quem pode falar sobre o tema.
Como contratar um jornalista freelancer?
Peça matérias que ele já conseguiu publicar, com veículo, data e link. Pergunte quais editorias ele acompanha, quanto tempo terá para a sua conta e quem cobre as ausências dele. Combine por escrito o escopo, a forma de pagamento e como ele vai mostrar o que foi feito a cada mês.
Quanto custa um assessor de imprensa?
Depende do escopo: quantas pautas por mês, quantos porta-vozes, se o alvo é a imprensa regional, nacional ou estrangeira. Freelancers costumam cobrar por hora, por texto ou por um pacote mensal menor. Agências trabalham com fee mensal ou projeto. A página sobre quanto custa assessoria de imprensa explica cada modelo.
É melhor contratar um assessor freelancer ou uma agência?
Para uma demanda pequena e pontual, como um lançamento local ou um release por mês, um bom freelancer pode bastar. Quando a empresa precisa de presença constante, tem mais de um porta-voz, corre risco de crise ou quer veículos nacionais, a agência leva vantagem, porque divide o trabalho entre jornalistas e não para quando alguém sai de férias.
O assessor de imprensa precisa ser jornalista?
Desde 2009, por decisão do Supremo Tribunal Federal, o diploma de jornalismo deixou de ser obrigatório para exercer a profissão. Na prática, ajuda muito ter passado por redação: quem já fechou matéria sabe o que o editor descarta, escreve no formato que o repórter usa e entende o prazo de cada veículo. Na Mclair, quem conduz a conta é jornalista.
Como é um contrato com assessor de imprensa freelancer?
Costuma ser um contrato de prestação de serviço, com escopo mensal ou por entrega, valor, prazo, forma de reajuste e regra para encerrar. Vale incluir confidencialidade, quem é dono dos textos e dos contatos levantados, e o formato do relatório. Desconfie de contrato que promete publicação garantida.
Quer um jornalista cuidando da sua imprensa?
Conte o que a sua empresa tem para dizer. Na primeira conversa, a Mclair avalia o que é notícia, para quais veículos e quem pode falar.

